O erro é o maior fantasma do jornalistas - e, no entanto, é inevitável. Não haverá um repórter que possa dizer honestamente que nunca cometeu um. Embora não seja conhecida produção académica a esse respeito, não será descabido afirmar que em todos os minutos do dia haverá um jornalista algures no mundo a cometer uma imprecisão.

Claro que há erros e erros. Os inocentes. Os intencionais. Os cómicos. Os apocalípticos. Reconhecê-los nem sempre é um exercício fácil para jornais e jornalistas. Porém, hoje há estudos (sim, neste caso há evidência científica) que provam que as publicações que assumem as suas falhas reforçam os laços com o seu público.

Desde 2013 que o Poynter Institute divulga uma divertida lista anual com as correções mais marcantes do aboque terminal. Há de tudo: jornalistas despeitadas, corvos mal-comportados, bigodes mal atribuídos, leituras esquecidas. Veja estas e, se quiser consultar a lista completa (são 33 correções), clique aqui.

  •  O CANDIDATO BRASILEIRO QUE GOSTAVA DE VER O TOY STORY, PERDÃO, DE LER TOLSTOI...
  • BRITNEY QUÊ?????
  • O BIGODE DE KOFI ANNAN QUE AFINAL ERA UMA PÊRA
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  • QUANDO ATÉ O NEW YORK TIMES ERRA...
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  • (TAMBÉM NO NYT): A JORNALISTA QUE NÃO APRECIOU SABER QUE O MARIDO RECEBIA FOTOS ÍNTIMAS
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  •  O "TENORIST" QUE PASSOU A "TERRORIST" SEM TER DE MATAR ALGUÉM
  • OS IMIGRANTES QUE AFINAL NÃO O ERAM
  • BOM, 1+1 SÃO 2, VEZES 3 SÃO... BOM, É FAZER AS CONTAS...
  • OS CORVOS QUE AFINAL NÃO ERAM TÃO MAUS QUANTO ISSO
  • BENJAMIN NETANIAHU: A ÁGUA VEIO "FROM IRAQ", OU MELHOR "FROM THE ROCKS"
  • UM TABLÓIDE NO SEU MELHOR: UMA MULHER QUE FOI EXPULSA POR CONSUMIR DROGA AFINAL FOI BANIDA POR INCITAR AO ÓDIO
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