International Fact-Checking Network (IFCN), aliança global que reúne, no Poynter Institute, mais de 90 organizações que se dedicam à verificação de factos, incluindo o Polígrafo, foi proposta para Prémio Nobel da Paz deste ano. A decisão, anunciada pela antiga ministra da Educação norueguesa Trine Skei Grande, foi considerada um motivo de “grande honra” e uma “validação importante do trabalho dos fact-checkers de todo o mundo” pelo o diretor da IFCN, Baybars Örsek.

“Simplificando: os factos importam e o fact-checking pode salvar vidas”, afirmou Baybars Örsek, ao reagir à notícia da nomeação, lembrando ainda que "estes profissionais trabalham em todo o mundo, muitas vezes debaixo de ameaças ou ataques, para fornecer informação de qualidade e combater a desinformação - não raras vezes criada propositadamente - que polui a sociedade ou condiciona a liberdade”.

“Simplificando: os factos importam e o fact-checking pode salvar vidas”, afirmou Baybars Örsek, diretor da IFCN, ao reagir à notícia da nomeação.

Fernando Esteves, diretor do Polígrafo, considera esta nomeação "um justo tributo" ao trabalho que os jornalistas de fact-checking têm realizado nos anos mais recentes: "Com o nosso trabalho continuado tornámos as democracias mais respiráveis. Ao colocar exigência sobre todos os que se exprimem publicamente, obrigamo-los a serem mais verdadeiros."

Skei Grande explicou, ao jornal norueguês NRK, ter escolhido a IFCN por considerar que "as notícias falsas se difundem mais rápido do que nunca e as opiniões uns dos outros são cada vez mais demonizadas”. A política norueguesa admitiu igualmente considerar o “facto de alguém lutar pela verdade, lutar pelos factos e lutar para combater as notícias falsas, uma construção da paz”.

Fernando Esteves, diretor do Polígrafo, considera esta nomeação "um justo tributo" ao trabalho que os jornalistas de fact-checking têm realizado nos anos mais recentes: "Com o nosso trabalho continuado tornámos as democracias mais respiráveis. Ao colocar exigência sobre todos os que se exprimem publicamente, obrigamo-los a serem mais verdadeiros."

Numa mensagem publicada na sua conta no Twitter, Skei Grande justificou igualmente a sua decisão lembrando que “se vive numa época em que lutar contra a mentira é tão importante que [o Presidente dos EUA] Joe Biden o mencionou no seu discurso” de tomada de posse, esta quarta-feira. “Este ano, indiquei os verificadores de factos para Prémio Nobel da Paz. Eles precisam do nosso apoio”, apelou.

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