São cerca de 3.700 pessoas a bordo do cruzeiro japonês Diamond Princess, atracado no porto de Yokohama ao largo da costa japonesa. Segundo tem estado a avançar a TVI, Adriano Maranhão tem 41 anos, é natural da Nazaré e tem três filhos. A mulher, Emmanuelle Maranhão, refere, numa entrevista a esse mesmo canal, que "não lhe deram de comer, não foram vê-lo" e que se encontra "fechado numa cabine". A bordo do navio estão mais oito pessoas com passaporte português. O Polígrafo falou com a Diretora-Geral da Saúde, Graça Feitas.

"Foi-nos dito que a partir de dia 20 todos os passageiros e tripulantes a bordo iam fazer testes independente do seu estado clínico. E é isso que tem estado a acontecer. Estamos a aguardar oficialmente informação sobre quais foram os resultados feitos aos portugueses a bordo", refere a Diretora Geral da Saúde. "A família menciona que o senhor terá tido teste positivo, o que é uma situação plausível, uma vez que dentro daquele navio mais de 600 pessoas já tiveram testes positivos, independentemente da sua situação clínica ser assintomática."

Questionada acerca do regresso de Adriano Maranhão a Portugal, Freitas sublinha: "Há de voltar quando for considerado oportuno pelas autoridades de saúde japonesas. Estas pessoas têm de ser mantidas em isolamento enquanto forem consideradas contagiosas. Essa situação terá de ser equacionada pelos médicos, pelas autoridades de saúde e pelo protocolos do país onde se está a passar o surto." E destaca: "Nós, através nos nossos serviços consulares, teremos sempre de nos articular com as autoridades de saúde japonesas, visto que são eles que têm estado a gerir a situação no local."

Questionada acerca do regresso de Adriano Maranhão a Portugal, Freitas sublinha: "Há de voltar quando for considerado oportuno pelas autoridades de saúde japonesas. Estas pessoas têm de ser mantidas em isolamento enquanto forem consideradas contagiosas. Essa situação terá de ser equacionada pelos médicos, pelas autoridades de saúde e pelo protocolos do país onde se está a passar o surto." E destaca: "Nós, através nos nossos serviços consulares, teremos sempre de nos articular com as autoridades de saúde japonesas, visto que são eles que têm estado a gerir a situação no local."

Em relação ao possível cenário que se poderá passar em Portugal, a também médica afirma: "Aqui a incógnita é se vai ser possível, como foi na SARS, conter a propagação secundária e terminar com o foco primário. Se isso acontecer, será o melhor cenário. Portanto, dentro de meses, a situação estará controlada. Mas não sabemos como vai ser o comportamento do vírus nem a disseminação da doença." E conclui: "Nem nós, nem nenhum país do mundo, está livre de ter casos. Temos de estar atentos, fazer o diagnóstico o mais cedo possível, isolar as pessoas doentes e procurar os seus contactos para evitar cadeias de transmissão secundárias e um foco no nosso país."

O Covid-2019 surgiu em finais de dezembro na cidade de Wuhan, na China. Até agora já morreram 2.362 pessoas.

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