André Ventura: “Países como a Dinamarca e Suécia estão a tirar nacionalidade a líderes de gangues, bandidos e violadores”
A afirmação é imprecisa, uma vez que isto só se verifica num dos países mencionados. Na Dinamarca está, de facto, prevista a perda de nacionalidade em determinados crimes, como terrorismo e crimes contra o Estado e outras ofensas à segurança nacional. Já na Suécia, esta opção está a ser estudada, mas ainda não é lei.
No início deste mês, o ministro da justiça sueco admitiu que um projeto de lei submetido ao Parlamento continha uma proposta que permitiria revogar os passaportes de pessoas com dupla nacionalidade condenadas por “crimes que afetam gravemente interesses nacionais vitais”, como crimes graves de gangues.
Avaliação do Polígrafo: Impreciso
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João Cotrim de Figueiredo: “Nós exportamos 2500 milhões de euros por ano para o Mercosul”
É verdade. De acordo com uma notícia do jornal “Eco” de 2024, 1800 empresas portuguesas exportam, como afirmou Cotrim de Figueiredo, 2.500 milhões de euros ano para países do Mercosul.
Avaliação do Polígrafo: Verdadeiro
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André Ventura: “João Cotrim de Figueiredo votou favoravelmente os pactos migratórios da União Europeia”
Apesar de ter demonstrado apoio ao pacto migratório, a verdade é que documento da UE foi votado (e aprovado) a 10 de abril de 2024. Nessa data, João Cotrim de Figueiredo ainda não era eurodeputado. Só foi eleito nas eleições de 9 de junho do mesmo ano.
Avaliação do Polígrafo: Falso
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João Cotrim de Figueiredo: “Ventura foi chamado a testemunhar em tribunal sobre um caso de Vistos Gold com Lalanda e Castro envolvido”
Confirma-se: André Ventura foi, em 2017, testemunha de acusação no processo dos vistos gold, uma vez que, na qualidade de inspector tributário estagiário, em 2014, analisou um caso que foi investigado neste processo. Ventura foi um dos técnicos que teve de se pronunciar sobre uma declaração entregue ao fisco pela empresa de Lalanda e Castro, que acabou por ser constituído arguido no processo.
Avaliação do Polígrafo: Verdadeiro
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André Ventura: “Em 2019, João Cotrim de Figueiredo disse que a regra geral devia ser que todos os que nascem em Portugal tenham direito a ser portugueses”
De facto, em 2019, em debate na Assembleia da República, Cotrim de Figueiredo afirmou que “alguém desejar ter nacionalidade portuguesa é dos maiores elogios que se pode fazer a Portugal” e que, por isso, o Iniciativa Liberal “considera que a regra geral deve ser a de que todos os que aqui nasçam e todos os que assim o desejam tenham o direito a ser portugueses”. Cotrim chamava-lhe um “exercício de liberdade de escolha”.
Avaliação do Polígrafo: Verdadeiro
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