O jornal Polígrafo  é detido pela empresa Inevitável e Fundamental

Sediada na Praça do Príncipe Real, nº 11, 1º 1269-127, a Inevitável e Fundamental tem dois sócios e está registada na Conservatória do Registo Comercial de Lisboa sob o número único de pessoa coletiva 515112178 e está registada na Entidade Reguladora da Comunicação sob o nº 127212, de 13-11-2018.

Estrutura acionista da Inevitável e Fundamental

Emerald Group
O Emerald Group é uma organização que está sediada no Dubai, com representações em Londres, Lisboa e Luanda. Liderado por N’Gunu Olívio Noronha Tiny – advogado nascido em Angola, banqueiro e académico de prestígio, licenciado pela Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa, investigador na London School of Economics e Visiting Scholar da Harvard Law School -, o Emerald Group é composto por 3 clusters repartidos por áreas de negócio:
  • Emerald Capital – É o braço financeiro do Grupo, focado na identificação de oportunidades de investimento, estruturação e financiamento de transacções financeiras em diversos sectores que vão do Imobiliário à banca de retalho.
  • Emerald Services – Focada na prestação de serviços de consultoria estratégica e operacional com especial enfoque no sector da construção, imobiliário e saúde.
  • Emerald Resources – Especializada em investimentos e financiamentos no sector dos recursos naturais (petróleo, gás e mineração) e comercialização de  commodities.
Participação no capital: 30%
Fernando Esteves

Jornalista há 25 anos, trabalhou nos jornais "Euronotícias" e "O Independente", a que se seguiu a revista "Sábado", onde foi editor da secção de Política entre 2005 e 2017, e a revista "Visão", onde manteve uma coluna de opinião até Outubro de 2018. Licenciado e pós-graduado em Ciências da Comunicação, deu aulas de jornalismo em várias universidades entre os 23 e os 33 anos. Jornalista premiado, nomeadamente pelas suas investigações jornalísticas sobre os negócios duvidosos no sector da saúde, apresentou o programa televisivo "Clube de Jornalistas". É autor de quatro livros: "O Todo-Poderoso", uma biografia não oficial do ex-político socialista Jorge Coelho; "Cercado - os dias fatais de José Sócrates", um dos livros de não-ficção mais vendidos de 2015, "A Sangue Frio", também sobre a "Operação Marquês", onde são investigadas algumas das figuras mais importantes da sociedade portuguesa dos últimos 25 anos, e "Viral - a Epidemia das Fake News e a Guerra da Desinformação", este em co-autoria com Gustavo Sampaio, diretor-adjunto do Polígrafo.

Participação no capital: 70%

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Como nos financiamos

O Polígrafo é um projeto que opera no sector privado. As suas fontes de receita resultam dos investimentos publicitários captados no âmbito da parceria comercial que mantém com o portal Sapo, bem como de outras parcerias de natureza editorial, como a que realizou em 2019 com a Fundação Francisco Manuel dos Santos a propósito de vários ciclos temáticos de conferências organizados por aquela entidade não lucrativa, ou como a que mantém com o Facebook no âmbito do programa Third Party (para conhecer mais detalhes sobre esta iniciativa pode clicar aqui).

No ano de 2019, as fontes de receita do Polígrafo, em percentagem, foram as seguintes:

- Parcerias editoriais com entidades nacionais e internacionais - 77,71%

- Publicidade - 22,29%

Os valores foram investidos, na sua maioria, na garantia dos salários dos profissionais que trabalham na empresa quer a tempo inteiro quer em regime de freelance. Também investimos na aquisição de material multimédia e na produção jornalística propriamente dita, com tudo o que a mesma supõe: realização de viagens, compra de fotografias, acessos a bancos de imagens, etc. Porque queremos continuar a aprender, também fizemos um esforço financeiro para estarmos presentes em várias conferências internacionais sobre jornalismo.

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