O primeiro jornal português
de Fact-Checking

Quem somos e como nos financiamos

Diretor Editorial

Fernando Esteves [e-mail]


Diretor de Operações

Filipe Pardal [e-mail]


Diretor-adjunto

Gustavo Sampaio [e-mail]


Editora

Salomé Leal [e-mail]


Redacção

Carlos Gonçalo Morais [e-mail]
Filipa Traqueia [e-mail]
Maria Malhado Lopes [e-mail]
Ema Gil Pires [e-mail]
Marta Ferreira [e-mail]


Diretora do Viral

Sara Beatriz Monteiro [e-mail]


Infografia

Filipe Raminhos


Branding

BUS – creative agency


Produção

Joana Henriques [e-mail].


Publicidade

SAPO [e-mail]


Redação

Edifício LACS
Rocha Conde d’Óbidos
1350-352 Lisboa

Telefone: 210 400 000


Todos os colaboradores podem ser contactados através do endereço:

contactos@poligrafo.pt


Estrutura societária/financiamento

O jornal Polígrafo  é detido pela empresa Inevitável e Fundamental.

Sediada na Travessa da Cova da Moura, 1350-115 Lisboa, a Inevitável e Fundamental tem dois sócios, está registada na Conservatória do Registo Comercial de Lisboa sob o número único de pessoa coletiva 515112178 e está registada na Entidade Reguladora da Comunicação sob o nº 127212.


Estrutura societária da Inevitável e Fundamental

Emerald Group
Emerald Group é uma organização que está sediada no Dubai, com representações em Londres, Lisboa e Luanda. Liderado por N’Gunu Olívio Noronha Tiny – advogado, banqueiro e académico, licenciado pela Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa, investigador na London School of Economics e Visiting Scholar da Harvard Law School -, o Emerald Group é composto por 3 clusters repartidos por áreas de negócio:
  • Emerald Capital – É o braço financeiro do Grupo, focado na identificação de oportunidades de investimento, estruturação e financiamento de transacções financeiras em diversos sectores que vão do Imobiliário à banca de retalho.
  • Emerald Services – Focada na prestação de serviços de consultoria estratégica e operacional com especial enfoque no setor da construção, imobiliário e saúde.
  • Emerald Resources – Especializada em investimentos e financiamentos no setor dos recursos naturais (petróleo, gás e mineração) e comercialização de commodities.

No início de 2023, N’Gunu Tiny foi distinguido pela Reputation Poll International como um dos 100 africanos com melhor reputação, nomeadamente pela sua ação nos domínios do empreendedorismo e do impacto social.

Participação no capital: 40%
Episódio Inédito

A Episódio Inédito é uma empresa detida a 100% por Fernando Esteves, fundador e diretor do Polígrafo. Jornalista há 25 anos, trabalhou nos jornais “Euronotícias” e “O Independente“, a que se seguiu a revista “Sábado“, onde foi editor da secção de Política entre 2005 e 2017. Licenciado e pós-graduado em Ciências da Comunicação, deu aulas de jornalismo em várias universidades. Jornalista premiado, nomeadamente pelas suas investigações jornalísticas sobre os negócios duvidosos no sector da saúde, apresentou o programa televisivo “Clube de Jornalistas“. É autor de quatro livros: “O Todo-Poderoso“, uma biografia não oficial do ex-político socialista Jorge Coelho; “Cercado – os dias fatais de José Sócrates“, sobre a Operação Marquês, “A Sangue Frio“, sobre o mesmo caso, onde são investigadas algumas das figuras mais importantes da sociedade portuguesa dos últimos 25 anos, e “Viral – a Epidemia das Fake News e a Guerra da Desinformação“, este em co-autoria com Gustavo Sampaio, diretor-adjunto do Polígrafo.

Entre Julho de 2022 e Outubro de 2023, acumulou a direção do Polígrafo com as funções de Publisher da Media9, a empresa que detém o “Jornal Económico” e o “Novo”, bem como as licenças de edição das revistas “Forbes Portugal” e “Forbes África Lusófona”. Desde Novembro de 2023, é Conselheiro Editorial da Media9.

Participação no capital: 60%

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A gestão da Inevitável e Fundamental é assegurada por dois representantes, um de cada empresa representada no capital:
  • Fernando Esteves, sócio-gerente, representante da Episódio Inédito e diretor do Polígrafo (ver biografia)
  • Raul Bragança Neto, em representação do Emerald Group. Tem mais de 20 anos de experiência no sector corporativo em áreas como as Telecomunicações, Media, Banca ou Consultoria Estratégica, em empresas como a Deloitte, Huawei e outras. Tem um mestrado em Telecomunicações e Informática pelo ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa, e é o Head of Media & Impact Investment do Emerald Group. Ocupa também as funções de Chief Operating Officer da Media9Par,S.A. detentora dos títulos Forbes, Jornal Económico e o semanário Novo.

As decisões de natureza estratégica são debatidas em Assembleia Geral pelos dois sócios, sempre tendo como objetivo fundamental o cumprimento do compromisso que fizemos com os leitores desde o primeiro dia: fazer a informação mais independente que pudermos. Quanto às decisões de caráter editorial, são todas tomadas pelos jornalistas do Polígrafo, sem qualquer intervenção por parte de não jornalistas.

O Polígrafo é um projeto que opera no sector privado. As suas fontes de receita resultam dos investimentos publicitários captados no âmbito da parceria comercial que mantém com o portal Sapo, bem como de outras parcerias de natureza editorial, com destaque para a que mantém com o Facebook no âmbito do programa Third Party. O “Third Party” foi criado para responder a uma prioridade identificada pelo Facebook: aumentar a autenticidade das notícias distribuídas na plataforma. De cada vez que um dos parceiros classifica uma informação como falsa, o Facebook atua sobre a publicação em causa, reduzindo de forma muito significativa a sua distribuição e impedindo o rumor, a manipulação ou falsidade de se espalharem e se tornarem virais. Páginas que repetidamente sejam identificadas como difusoras de informações falsas têm o seu alcance diminuído e a sua capacidade para angariar publicidade é bloqueada. A participação neste programa quer dizer que o Polígrafo é “controlado” editorialmente pelo Facebook, só avaliando as publicações que o Facebook seleciona? A resposta é negativa. No âmbito deste projeto, o Polígrafo é absolutamente livre para escolher, de acordo com critérios jornalísticos, os conteúdos que entende serem os mais interessantes quer pela sua relevância pública, quer pela sua viralidade.

O peso da parceria com a Meta nas receitas do Polígrafo tem sido significativo desde há 5 anos. No ano de 2023 diminuiu significativamente, tendo passado de 96% para 63,7%. Isto porque durante o ano em causa o Polígrafo diversificou as suas fontes de financiamento, nomeadamente através da dinamização de várias parcerias editoriais. Estas foram as principais:

  • No âmbito do European Media and Information Fund, promovido pela Fundação Gulbenkian, o Polígrafo recebeu um financiamento de 39.253 euros para fazer um projeto de fact-checking sobre alterações climáticas.
  • Também no ano de 2023, o Polígrafo recebeu um financiamento no valor de 70.000 euros da Fundação Porticus, uma instituição filantrópica que apoia vários órgãos de comunicação europeus – mas não só -, para promover a criação do projeto “Geração V”, uma rede nacional de jovens fact-checkers. Pode saber mais sobre as atividades da Fundação Porticus, clique aqui.
  • Também durante o ano de 2023 – e até junho de 2024, quando se realizarão as próximas eleições europeias – o Polígrafo firmou uma parceria editorial com o Parlamento Europeu que lhe garantiu a atribuição de uma bolsa no valor de 72 mil euros. O objetivo é escrutinar desinformação veiculada sobre o tema da Europa entre outubro de 2023 e junho de 2024. O resultado do projeto pode ser consultado aqui.

As demonstrações Financeiras de 2019, 2020, 2021, 2022 e 2023 podem ser consultadas aqui.