O primeiro passo é impor limites de utilização. “Os pais devem reforçar a ideia de que gostam muito dos filhos, mas que é importante ter regras”, recomenda Pedro Hubert, sublinhando que a retirada dos jogos deve ser contrabalançada com outras actividades. Graça Vilar recorda o exemplo dos países escandinavos: “Para controlar o consumo de álcool, desenvolveram múltiplas actividades desportivas na comunidade.” Se o problema se agravar, devem recorrer a um profissional de saúde. Nos casos mais graves, pode ser necessário recorrer ao internamento. O Hospital de Santa Maria, em Lisboa, tem uma secção especializada, na ala de psiquiatria.

E proibir?, é uma opção?

Não. “A tecnologia, a Internet e os jogos fazem parte da nossa sociedade e não faz sentido querer que as crianças vivam num mundo paralelo, até porque isso terá um impacto no seu desenvolvimento”, diz Graça Vilar, sublinhando que o mais importante é utilizar os dispositivos de forma moderada.

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