O primeiro jornal português
de Fact-Checking

Polígrafo junta-se à European Fact-Checking Standards Network (EFCSN)

Enquanto primeiro jornal português de Fact-Checking, o Polígrafo passa a partir de hoje a integrar a EFCSN, projeto apoiado pela União Europeia (UE) do qual fazem parte alguns dos melhores jornais criados nesta área. Para integrar esta rede, os candidatos devem cumprir todos os requisitos estabelecidos no Código Europeu de Padrões para Organizações Independentes de Verificação de Factos, publicado em setembro de 2022.

“Alta qualidade, fact-checks atualizados e foco nos temas nacionais”. A avaliação do maior e mais importante projeto de organizações independentes de fact-checking chegou hoje à redação do Polígrafo, que passa assim a integrar o grupo que discute e define os padrões de independência, transparência e qualidade metodológica e jornalística que devem orientar os esforços para combater a desinformação: a European Fact-Checking Standards Network.

Esta acreditação obriga a que os membros se comprometam com os padrões descritos no Código Europeu de Padrões para Organizações Independentes de Verificação de Factos, publicado em setembro de 2022. O Código Europeu de Padrões e a EFCSN estão abertos a organizações dedicadas à verificação de factos, como o Polígrafo, e que recorram a um método baseado em evidências para verificar a precisão das alegações feitas na esfera pública. As organizações devem ainda ter um foco substancial e demonstrável em países que façam parte do Conselho da Europa, Kosovo ou Bielorrússia.

“A associação à EFCSN traduz-se no compromisso rigoroso de uma organização de fornecer informações precisas de forma ética e transparente. Os membros concentram-se em assuntos de interesse público e têm um histórico comprovado de excelência, integridade e responsabilidade“, descreve a organização.

“A certificação pela EFCSN é mais um reconhecimento da excelência dos nossos conteúdos”, considera Fernando Esteves, diretor do jornal. “O Polígrafo é hoje um dos projectos de fact-checking mais respeitados do mundo e deve estar onde estão todos os jornais de referência. Desse ponto de vista, sermos distinguidos com a entrada numa organização tão exigente é algo que nos satisfaz e que nos motiva ainda mais a sermos um farol no que respeita à qualidade dos nossos conteúdos e à transparência dos nossos métodos”, acrescenta.

O Polígrafo passa ainda, de acordo com o artigo 9 dos estatutos da EFCSN, a ter representação de um delegado na Assembleia de voto, delegado-secundário e ainda um terciário, que possa falar em nome da organização. Cada membro do EFCSN representa um voto.

Partilhe este artigo
Facebook
Twitter
WhatsApp
LinkedIn

Relacionados

Fact checks mais recentes