De facto, no dia 24 de abril de 2020, a Agência Lusa noticiou que uma vacina experimental em macacos “protegeu-os largamente”, pela primeira vez, contra o coronavírus, segundo anunciou um laboratório chinês que está na origem da investigação.

A publicação em causa limita-se a copiar partes dessa notícia que é verdadeira.

A vacina, que utiliza agentes patogénicos inertes do vírus na origem da doença Covid-19, foi administrada a oito macacos que foram contaminados artificialmente três semanas mais tarde, de acordo com a investigação publicada pelo gigante farmacêutico Sinovac Biotech.

“Os quatro macacos que receberam a vacina em dose elevada não apresentaram qualquer traço detetável do vírus nos pulmões, sete dias após a contaminação”, assegurou o laboratório, que publicou os resultados a 19 de abril no site bioRxiv.

Outros quatro símios, aos quais a vacina foi administrada em dose menos forte, apresentaram uma elevada carga viral no organismo, mas conseguiram resistir à doença.

Estes resultados devem agora ser objeto de uma nova avaliação pelos especialistas, antes de serem validados pela comunidade científica. A Sinovac, uma empresa cotada no Nasdaq, iniciou os ensaios clínicos da mesma vacina no ser humano a 16 de abril.

______________________________

Nota editorial: este conteúdo foi selecionado pelo Polígrafo no âmbito de uma parceria de fact-checking com o Facebook, destinada a avaliar a veracidade das informações que circulam nessa rede social.

Na escala de avaliação do Facebookeste conteúdo é:

Verdadeiro: as principais alegações do conteúdo são factualmente precisas; geralmente, esta opção corresponde às classificações "Verdadeiro" ou "Maioritariamente verdadeiro" nos sites de verificadores de factos.

Na escala de avaliação do Polígrafoeste conteúdo é:

Notificações

Na sua rede favorita

Siga-nos na sua rede favorita.
Verdadeiro, mas...
International Fact-Checking Network