Ao contrário de versões anteriores deste esquema fraudulento denunciadas pelo Polígrafo (pode ler ou reler aqui e aqui, entre outros exemplos), neste caso o texto da publicação está truncado ou baralhado, misturando inglês com português, o jornal "Público" com a estação de televisão TVI, a "Comissão de Inquérito à CGD" com a suposta plataforma de comércio em Bitcoin, a jornalista Cristina Ferreira (rebaptizada como Sebastião Fernandes) e o jornalista Marcos Pinto, entre outros sinais de alerta relativamente a um conteúdo online que não tem um mínimo de credibilidade.

Ainda assim, a imagem e o nome da modelo portuguesa Sara Sampaio servem como chamariz para o esquema fraudulento, podendo vir a enganar leitores mais incautos ou com menor literacia mediática. E o facto é que este conteúdo foi denunciado por utilizadores do Facebook como sendo falso ou enganador, ou seja, está a circular nessa rede social, alcançando um número indeterminado de pessoas.

Todos os links da publicação remetem para a página de uma suposta empresa de Bitcoin. A informação apresentada no texto é completamente falsa, servindo de chamariz para a promoção da plataforma Bitcoin Revolution e captação de potenciais investidores. Seguindo os passos sugeridos na página, acabam por ser pedidos dados pessoais e bancários.

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Nota editorial: este conteúdo foi selecionado pelo Polígrafo no âmbito de uma parceria de fact-checking com o Facebook, destinada a avaliar a veracidade das informações que circulam nessa rede social.

Na escala de avaliação do Facebookeste conteúdo é:

Falso: as principais alegações dos conteúdos são factualmente imprecisas. Geralmente, esta opção corresponde às classificações "Falso" ou "Maioritariamente falso" nos sites de verificadores de factos.

Na escala de avaliação do Polígrafoeste conteúdo é:

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