É uma página de "apoio à candidatura do Dr. Luís Montenegro a presidente do PSD", criada recentemente na rede social Facebook e com a seguinte denominação: "Por um PSD Forte e Capaz". No dia 23 de outubro lançou uma publicação centrada na figura de Rui Rio, o atual líder do PSD que, dois dias antes, tinha anunciado a sua recandidatura à presidência do partido.

"Quantas palavras de combate ao Governo de António Costa, Rui Rio teve durante a sua apresentação a candidato a presidente do PSD? Nenhuma!" Esta é a mensagem da publicação em causa, mostrando uma imagem de Rio a discursar e acrescentando ainda o seguinte comentário: "Esta é a única verdade! Todos os ataques foram feitos a militantes e simpatizantes do partido! Até parece não gostar do PSD!"

Confirma-se que Rio não proferiu uma única palavra "de combate ao Governo de Costa" quando anunciou a sua recandidatura à liderança do PSD?

Na segunda-feira, dia 21 de outubro, Rio anunciou a sua recandidatura à liderança do PSD e informou que pretende assumir também a liderança da bancada parlamentar do partido até ao próximo Congresso Nacional, agendado para fevereiro de 2020.

"O que está em jogo é demasiado importante para que a minha decisão possa ser outra. Estou pois disponível para disputar as próximas eleições internas, liderar a oposição ao Governo do PS e conduzir o PSD nas próximas eleições autárquicas", afirmou Rio, proferindo desde logo algumas palavras visando o "combate" (na forma de "liderar a oposição") ao Governo do PS, liderado por António Costa.

"Estou pois disponível para disputar as próximas eleições internas, liderar a oposição ao Governo do PS e conduzir o PSD nas próximas eleições autárquicas", afirmou Rio, sublinhando depois que "o nosso objetivo comum tem de ser o de derrotar o PS e não o de derrotar o próprio PSD".

O essencial do discurso de Rio foi direcionado para o interior do partido, de facto, com várias críticas aos adversários internos que pretendem disputar a sua liderança. Mas não é verdade que o atual líder não tenha proferido uma única palavra "de combate ao Governo de Costa".

Além do exemplo já referido, Rio também disse que "num partido democrático e civilizado, o que de todos se exige é que, depois das eleições internas, que seja leal e se respeite a vontade maioritária dos militantes. As regras dos democratas são estas, não são as da vaidade, da ambição, do interesse pessoal. O nosso objetivo comum tem de ser o de derrotar o PS e não o de derrotar o próprio PSD".

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