Num publicação nas redes sociais destaca-se que o preço do cabaz alimentar subiu de 187,70 euros para os 240,56 euros entre janeiro de 2022 e setembro deste ano, o que se traduz num aumento de 28,16%. “Viva o capitalismo! Vai ficar tudo bem”, condena o autor da publicação.
Esta alegação é verdadeira e baseia-se em dados da DECO PROteste divulgados dia 4 de setembro.
De acordo com a organização de defesa do consumidor, na primeira semana de setembro o cabaz alimentar custava 240,56 euros, mantendo-se entre os valores mais elevados desde janeiro de 2022, quando se iniciou a monitorização.
O aumento é de 28,16% – tal como indicado no post -, uma vez que, no início de 2022, os consumidores pagavam 187,70 euros pela mesma cesta de bens essenciais, ou seja, 52,86 euros a menos do que em setembro de 2025.
Entre 27 de agosto e 3 de setembro, os produtos que registaram os maiores aumentos de preço foram o iogurte líquido, a batata-vermelha e o grão cozido, todos com uma subida de 10 %.
Comparando os preços desta semana com os da primeira semana do ano, os produtos que registaram as maiores subidas percentuais foram os brócolos (+ 49%), as laranjas (+31%) e os ovos (+28%).
Importa contudo ressalvar que o preço do cabaz vinha a descer pela terceira semana consecutiva aquando da publicação da DECO PROtest.
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Avaliação do Polígrafo:

