Tudo começou ao pequeno almoço, com a ingestão de 16 shots de vodka. De acordo com o site “Vice”, a primeira refeição do dia do então baterista dos Led Zeppelin, John Bonham, foi 100% alcoólica. Uma dose que, sublinha a “Vice”, é suficiente “para ser considerada tentativa de suicídio, de acordo com os médicos”. Não foi o caso, embora o desfecho tenha sido o mesmo… Bonham tinha uma tolerância ao álcool muito para lá do comum, mas não “à prova de bala”. A “Vice” cita a obra biográfica “When Giants Walked the Earth”, assinada por Mike Wall, e escreve que Bonham “continuou a trabalhar e a beber ao longo de todo aquele dia, acabando por sufocar no próprio vómito, depois de adormecer”.

Bonham morreu a 25 de setembro de 1980, tinha 32 anos e era membro fundador de uma das bandas percursoras do hard rock e do heavy metal.

O baterista tinha consumido [o equivalente a] 40 shots de vodka durante o dia e a noite anteriores, durante os ensaios para a próxima digressão norte-americana, anunciada duas semanas antes e que deveria avançar dentro de menos de um mês. Colocado na cama pouco antes da meia noite, na casa do guitarrista Jimmy Page, em Windsor, no sul de Inglaterra, Bonham seria encontrado sem vida pelo engenheiro de som Benji LeFevre e pelo baixista John Paul Jones”, escreve a “Loudwire”, num artigo datado de 25 de setembro de 2019, onde assinala os 39 anos do desaparecimento de Bonham.

Bonham morreu a 25 de setembro de 1980, tinha 32 anos e era membro fundador de uma das bandas percursoras do hard rock e do heavy metal.

John Paul Jones contou à “Loudwire” a sequência de eventos que culminou na revelação da triste realidade: “Foi tipo ‘vamos lá acima ver como está o Bonzo [um dos nicknames de Bonham, também conhecido por The Beast’]', disse Jones. ‘Tentámos acordá-lo… foi terrível. Depois, tive que contar aos outros dois… Tive que dar a traste notícia ao Jimmy e ao Robert[Plant]’.”

A polícia foi chamada a local mas foi de imediato colocada de lado qualquer suspeita de crime. Tratou-se, de acordo com a “Loudwire”, de “um infeliz acidente”. Foi precisamente essa a conclusão do relatório médico: “morte acidental devido ao consumo de álcool.”

“Estava de tal forma inebriado”, escreve a “Rolling Stone”, que “não conseguiu acordar quando o seu corpo começou a ejetar o álcool”.

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