Jair Bolsonaro, actual Presidente eleito do Brasil, propôs uma emenda à medida provisória de 2016 que estendia o prazo do programa Mais Médicos, programa de intercâmbio de médicos estrangeiros, que permitia também os seus familiares de trabalharem no país, durante o período em que o programa decorria.

A emenda previa que “os dependentes legais do médico intercambista estrangeiro não poderão exercer atividades remuneradas, com emissão de Carteira de Trabalho e Previdência Social pelo Ministério do Trabalho e Emprego.” O intuito da mesma era, segundo Bolsonaro, “limitar o estabelecimento de vínculos permanentes, por parte dos dependentes dos médicos intercambistas estrangeiros, vez que esses exercerão suas atividades em caráter temporário, conforme prevê o Programa Mais Médicos”.

Num tweet feito recentemente, o agora Presidente eleito do Brasil, referia que condicionava a continuidade do programa Mais Médicos para os profissionais cubanos à possibilidade destes trazerem os seus familiares para o Brasil.

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