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Filipe Sousa: “O trabalho por turnos prolongados está associado a um maior risco de doença, exaustão e envelhecimento precoce”

Política
O que está em causa?
O deputado único do Juntos Pelo Povo sublinhou que a evidência científica indica que o trabalho por turnos, por períodos prolongados, tem impacto negativo prolongado na vida dos trabalhadores. Confirma-se?
© Agência Lusa / António Cotrim

Durante o plenário desta sexta-feira (19 de dezembro), o deputado único do Juntos Pelo Povo (JPP), Filipe Sousa, indicou que a evidência científica “é clara” e mostra que “o trabalho por turnos prolongados está associado a um maior risco de doença, exaustão e envelhecimento precoce”.

Sim. Há vários estudos que corroboram a afirmação do deputado do JPP. Um estudo de agosto de 2025 publicado no jornal “Frontiers in Aging Neuroscience” concluiu que “o trabalho por turnos está associado com aparente envelhecimento acelerado do cérebro”. 

Um outro trabalho do mesmo ano publicado no “QJM: An international Journal of Medicine”, sobre o impacto do trabalho por turnos à noite, associou esta modalidade de trabalho ao “envelhecimento biológico acelerado e esperança média de vida reduzida”.

Na mesma linha, um estudo do “British Journal of Nursing” sublinhou a forma como o trabalho por turnos à noite prejudica o ciclo de sono, o que levará a “fadiga excessiva”.

A afirmação de Filipe Sousa é verdadeira.

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Avaliação do Polígrafo:

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