"Alerta para a entrega de sementes não solicitadas pelo correio. O Ministério da Agricultura alerta para o envio, por via postal, de pequenos pacotes de sementes, não solicitados, provenientes de países asiáticos. Esta situação está também a ser reportada em vários países da União Europeia e por países terceiros", destaca-se na publicação em causa.

Confirma-se que estão a ser enviadas sementes não solicitadas pelo correio em Portugal?

Sim. Esta informação foi amplamente divulgada por diversos órgãos de comunicação social no início de setembro e é verdadeira.

A situação não ocorreu apenas em Portugal, tendo sido reportada em vários países europeus e também nos EUA.

Ministério da Agricultura, em comunicado emitido no dia 31 de agosto, sublinha que "nenhuma destas embalagens vem acompanhada de Certificado Fitossanitário, documento que atesta o cumprimento de exigências fitossanitárias do país, o que acarreta sérios riscos do ponto de vista da sanidade vegetal, pela possibilidade de veicularem pragas e doenças ou ainda pelo perigo de se tratarem de espécies nocivas ou invasoras".

Além disso, "as embalagens não estão identificadas como contendo sementes e, para além das sementes de várias espécies vegetais, constatou-se que estas poderão ainda conter solo, larvas mortas ou, ainda, estruturas de fungos".

O Ministério liderado por Maria do Céu Albuquerque pede que não se semeiem as sementes nem que as coloquem no lixo, solicitando-se que "que as mesmas sejam entregues num serviço regional da Direção-Geral de Alimentação e Veterinária ou numa Direção Regional de Agricultura e Pescas".

Se não for possível a entrega em mãos, "agradece-se que estas sementes sejam enviadas, com a embalagem original, incluindo a etiqueta de expedição, para a Direção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV, Campo Grande 50 - 1700-093 Lisboa), devendo ser indicado um contacto tendo em conta a eventual necessidade de recolha de esclarecimentos adicionais".

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Nota editorial: este conteúdo foi selecionado pelo Polígrafo no âmbito de uma parceria de fact-checking (verificação de factos) com o Facebook, destinada a avaliar a veracidade das informações que circulam nessa rede social.

Na escala de avaliação do Facebookeste conteúdo é:

Verdadeiro: as principais alegações do conteúdo são factualmente precisas; geralmente, esta opção corresponde às classificações "Verdadeiro" ou "Maioritariamente Verdadeiro" nos sites de verificadores de factos.

Na escala de avaliação do Polígrafoeste conteúdo é:

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