A criação de brigadas de intervenção rápida para os lares de idosos foi anunciada no dia 4 de setembro pela ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho, aquando da assinatura de um protocolo com a Cruz Vermelha Portuguesa.

Nessa ocasião, a governante sublinhou que o objetivo seria garantir uma resposta "pronta a intervir" no caso de as instituições ficarem sem recursos humanos devido a surtos graves de Covid-19. Mais, sublinhou que as brigadas deveriam reunir um total de cerca de 400 profissionais.

Essas brigadas já estão formadas? Quantas vezes é que foram ativadas? Quantos profissionais é que já foram destacados?

Questionada pelo Polígrafo, fonte oficial do Instituto da Segurança Social (ISS) garante que as brigadas de intervenção rápida nos lares de idosos "estão no terreno desde o dia 1 de outubro", operando "nos 18 distritos do país".

"As brigadas são mobilizadas em situações de emergência, quando há insuficiência dos recursos humanos para manutenção dos serviços e cuidados das respostas decorrente de baixas/ausências por Covid-19, quarentenas e/ou isolamento profilático em situação de surtos", informa o ISS

Ana Mendes Godinho, atual ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social.

Quanto ao número de elementos das equipas, o ISS indica que "estão integrados, ao nível nacional, nos 18 distritos do país, mais de 400 elementos, acima do número inicialmente previsto".

No dia em que foi lançado, o projeto era composto por 216 ajudantes de ação direta, 27 auxiliares de serviços gerais, 56 enfermeiros, 20 médicos e 20 psicólogos. Ao todo eram 339 profissionais.

No que respeita à sua distribuição, o ISS explica que "os contingentes são apenas indicativos" e, como tal, "poderão ser alterados em função da dinâmica da pandemia".

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Avaliação do Polígrafo:

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