“Temos de começar a perceber a diferença entre ciência e propaganda política!”. Esta é a primeira frase de um alerta dirigido “a todos os pais” acerca da vacinação contra a Covid-19. A publicação, originalmente escrita num perfil pessoal e depois partilhada num grupo de Facebook com quase 30 mil elementos, revela que apenas três dos 13 elementos da Comissão Técnica de Vacinação contra a Covid-19 votaram a favor da vacinação universal das crianças entre os cinco e os 11 anos.

Mas será mesmo assim?

A resposta é negativa. E para a encontrar basta consultar a nota da Comissão Técnica de Vacinação contra a Covid-19, divulgada na sexta-feira, dia 10 de dezembro.

De acordo com o documento oficial, a posição técnica que considera “a avaliação de risco-benefício favorável à vacinação universal das crianças com cinco a 11 anos” contou com os votos a favor da totalidade dos 13 membros efetivos, sendo que 10 deles votaram a favor da vacinação universal "com priorização das crianças com comorbilidades de risco" e os restantes votaram "a favor da vacinação universal”.

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Nota editorial: este conteúdo foi selecionado pelo Polígrafo no âmbito de uma parceria de fact-checking (verificação de factos) com o Facebook, destinada a avaliar a veracidade das informações que circulam nessa rede social.

Na escala de avaliação do Facebook, este conteúdo é:

Falso: as principais alegações dos conteúdos são factualmente imprecisas; geralmente, esta opção corresponde às classificações "Falso" ou "Maioritariamente Falso" nos sites de verificadores de factos.

Na escala de avaliação do Polígrafo, este conteúdo é:

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