A série “Friends” é uma das mais bem sucedidas de sempre, tendo recebido dezenas de prémios e conquistado milhões de espectadores fiéis em todo o mundo durante os dez anos – de 1994 a 2004 - em que esteve consecutivamente no ar.

Por ser um clássico que apela à nostalgia de tantos espectadores de todos os quadrantes, a plataforma de streaming Netflix decidiu comprar os seus direitos de exibição. Tudo corria bem para os fãs de Jennifer Aniston (a protagonista) até que, no início de dezembro, a Netflix anunciou em comunicado que a partir de 1 de janeiro de 2019 “Friends” deixaria de estar disponível para os seus assinantes. A informação gerou uma “rebelião” nas redes sociais – sobretudo no Twitter.

À margem das manifestações de descontentamento, várias publicações americanas como a revista “Variety” ou o site “Buzzfeed” deram a notícia como adquirida – uma precipitação, como se viria a constatar, uma vez que a Netflix entretanto deu o dito por não dito e anunciou o que os fãs da série mais queriam ouvir: ainda não será em 2019 que esta deixará de constar do seu “menu”.

Contudo, para tal a Netflix terádesembolsado cerca de 100 milhões de dólares, aproximadamente 88 milhões de euros, à AT&T, empresa que detém os direitos sobre a série. Esta informação foi fornecida ao jornal “The New York Times” por duas fontes próximas do acordo. Segundo a mesma publicação, a última negociação da Netflix para obter os direitos de exclusividade de transmissão de “Friends” em streaming, tinha-lhe custado 30 milhões de dólares, cerca de 26 milhões de euros.

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