Prezado Senhor Jornalista Responsável pelo Programa “Polígrafo”:

Gostaria aqui de consignar minha indignação por ter sido apontado como um dos deputados com mais faltas em Plenário no programa de ontem do “Polígrafo”, haja vista nunca ter faltado a um Plenário sequer. Porquanto, o responsável pelo artigo deveria ter se informado previamente acerca do tema, verificando que o nome “apontado” e “grifado em amarelo” como  “segundo colocado” da lista era um deputado “da emigração de fora da europa”. Rediga-se, deveria o autor ter prévio conhecimento de cada círculo eleitoral e suas especificidades antes de denegrir a minha imagem, pois os deputados eleitos pelo círculo da emigração têm por obrigação visitar os círculos eleitorais.

Ao contrário do alegado, estaria em falta se eu estivesse sem qualquer ausência em Plenário, pois, por conta do círculo para o qual fui eleito(emigração), minha obrigação é visitar as comunidades portugueses de fora da Europa(trabalho político).

Neste período constante como ausências, estive em trabalho político junto à emigração em viagem à Venezuela, Brasil, Canadá e Estados Unidos(totalizando as 28 ausências em trabalho político), o que poderia ter sido verificado previamente pelo autor do artigo junto às redes sociais e junto à AR.

Sendo assim,  o programa induziu a erro o público, pois não se tratam de faltas e sim ausências aos plenários por estar o deputado em trabalho político, próprio do círculo eleitoral da emigração, conforme, N.º 2 do Art.º 8.º ED.

Diante do exposto, venho exigir retificação e reparação do facto tendo, para tanto, conforme art. 24 e seguintes da Lei de Imprensa.

Com os meus melhores cumprimentos,

Paulo Porto Fernandes

 Deputado

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